LAMBE E COSPE.

As relações humanas nunca foram fáceis, são construídas por atitudes e palavras boas e ruins, muita dissimulação, conveniência, interesses pessoais e de grupos. Seja em família ou no local de trabalho, seja público ou privado, tem comportamentos tóxicos, oportunistas e hipócritas, seja por parte de funcionários, seja por parte de gestores. O título desse texto é uma metáfora que se refere a palavras e atitudes usadas para construir um personagem positivo diante de um superior: a construção do personagem passa necessariamente em fingir lealdade, bajular e elogiar excessivamente, tentar blindar os superiores de qualquer tipo de aborrecimento, assim o faz a fim de conquistar confiança, se tornar influente e obter vantagens, tipo, ser promovido. Esse personagem, geralmente recebe o codinome de puxa-saco e bajulador. Em relação aos colegas, a coisa muda bastante, o comportamento é bem diferente, depende da situação, não consegue manter a aparência de bondade, até porque, normalmente são vistos como concorrentes mútuos, há uma disputa constante, o ego e a vaidade estão sempre aflorados, vive entre atacar e se defender, elogiar e criticar, prejudicar e descartar, uma duplicidade constante. Quando os ataques evoluem para constrangimentos e humilhações, ameaças, se tornam ações criminosas, chamadas de assédio moral. Uma pessoa com o mínimo de discernimento e bom caráter, mantem uma boa postura, evita revidar do mesmo modo, foca no trabalho, define limites, evita conversas e brincadeiras inconvenientes, se empenha pelo bem de todos. Se você se diz cristão, é um bom motivo para não agir de modo que prejudique quem quer que seja. Jesus ao lavar os pés dos discípulos, ensinou que a liderança deve ser servidora, e que os membros da equipe devem cuidar uns dos outros, como se fossem membros de um mesmo corpo. Não sejamos cristãos de ocasião, de lugar e de horário pré-determinado. – Por uma sociedade sem males –

José Nilson Rodrigues – Diácono da Igreja Católica –

– O texto é de inteira responsabilidade do autor.

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