GELÉIAS E HOMICIDAS – Por José Nilson

Servidor Público, Cristão e pai de Família

Particularmente gosto muito dos períodos eleitorais, são sempre reveladores. Vejo muitos que por frequentarem templos, gozam de uma imagem, uma aparência, más quando chamados para decidir, escolhem sempre o pior para a comunidade.

O senso crítico do pessoal é muito fraco, quase nulo. Aqueles que deveriam orientar o povo, são os primeiros a manipulá-lo e mantê-lo dentro do saleiro. Daí as pessoas acreditam e confiam em tudo o que é falado e prometido, tanto pelo sistema político quanto religioso, isso por falta de entendimento, pois as informações estão aí. O mal é que o temor de Deus acabou, usam o termo, deus, para massagear egos, palavra mágica, usada por todas as instituições, para dominar e ganhar crédito, nada mais.

Tanto os 20% que frequentam templos e os 80% que não frequentam, na hora de votar, votam em candidatos comprometidos com um sistema de morte, votam a favor da pena de morte, a favor do armamento. Enquanto Jesus viveu e anunciou a cultura da não violência. Como mim sinto chamado a ser responsável pela vida e bem estar de todos, passo a seguinte orientação: Quando votamos em um candidato, na verdade estamos votando em um personagem que foi criado para a campanha eleitoral. Nada é real. Votamos em promessas ou no máximo em um projeto de governo, que aliás ninguém tem certeza que será realizado, pois estamos sujeitos há vários tipos de situações: Fenômenos naturais, à peste e epidemias, real situação econômica e financeira do País, do Estado ou da Cidade.

Quantos candidatos e candidatas fizeram promessas e não as cumpriram, pois ao assumirem o cargo, depois que se assentarem na cadeira é que tomaram ciência do que é governar, qual a verba irão receber e quanto irão gastar, pode acontecer algum imprevisto, que necessita de uma intervenção rápida por parte do poder público, essas coisas não tem como prevê e podem mudar tudo. Ainda tem a palavra do candidato, que depois de eleito costumam rever seus conceitos e mudar muita coisa.

Estranho é que a maioria desse pessoal são batizados em nome de Jesus e vivem dando contra-testemunho. Se Jesus pregou o tempo todo a cultura da não violência, a liberdade do ser, como pode uma pessoa que foi batizada em nome dele, praticar atos contrários à sua proposta? Eu atribuo essa incoerência àqueles e àquelas que estão na linha de frente dessa massa, que deveriam dá exemplo e não ficar falando uma coisa e vivendo outra, seja bispo, padre, pastor, diácono, ministros, membros em geral e claro, toda classe política. Em Jesus tudo isso é serviço, compromisso, modo de ser, porém na religião e na política, é cargo, título, poder. Como sempre, negam as características de Jesus, para não sofrerem perseguições por parte desta sociedade idolatra, corrupta e injusta que formamos.
– Por uma sociedade sem males –

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2 comentários em “GELÉIAS E HOMICIDAS – Por José Nilson

  • 11 de outubro de 2018 em 15:15
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    Para começar, só o fato de estar sentado numa igreja já mostra que existe pessoas com senso critico “fraco e nulo” como o Sr diz, igreja manipula as pessoas por gerações e nada mudou..aliás o senhor mesmo foi manipulado a crer em deus sabia? pois ninguém nasce com crenças em divindades, dai porque o Sr. não gostou de fazerem cabo eleitoral no templo que frequentas ( como se isso fosse novidade, né? ) acha que pode desmoralizar os demais de sua religião? aliás belo ponto de vista, totalmente imparcial!!! ( só que não) serio que no meio do cenário politico, depois de 16 anos o único ponto que o Sr. entrou em enfase foram “penas de morte e armamento” e o resto? corrupção passiva e ativa, verba superfaturada para parada gay, compra superfaturada de refinarias, helicóptero com cocaína, Mensalão, Mensalinho, Lava- Jato, Lei Rouanet etc etc etc…

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  • 11 de outubro de 2018 em 16:45
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    Dia 28 de outubro estaremos escolhendo o presidente da nação, sei que o voto é secreto mas sr Jose Nilson você teria coragem de declarar publicamente em quem vai votar?

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